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Mostrando postagens de julho, 2019

Automação Industrial - IV

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Existem, basicamente, dois tipos de processo industrial, segundo a manipulação das variáveis a serem controladas. Quando tais variáveis são, em sua grande maioria, do tipo analógicas, ou de tempo contínuo, tem-se um processo do tipo contínuo, caso as variáveis sejam do tipo discreta, ou digital, tem-se um processo do tipo disc reto.  Genericamente, pode se definir um processo como: Processo industrial constitui-se na aplicação do trabalho e do capital para transformar a matéria prima em bens de produção e consumo, por meios e técnicas de controle, obtendo valor agregado ao produto, atingindo o objetivo de negócio. Indústrias que caracterizam pelo controle de processo do tipo discreto são as manufatureiras, de fabricação por lote, cujo maior expoente é a indústria automobilística. Indústrias que se caracterizam pelo controle de processo do tipo contínuo são as de processos, de manipulação, cujo maior expoente é a indústria química, além da farmacêntica, petroquímica, en...

Endereçamento Ladder - WEG

Código      Descrição I1 - IC = Entrada digital (NA)                   i1 - iC = Entrada digital (NF) G1 - G4 = Comparadores de entradas analógicas D = "ON" Pulso de subida d = "OFF" Puslo de descida T1 - TF = Temporizador (NA) t1 - tF = Temporizador (NF) C1 - C8 = Contador (NA) c1 - c2 = Contador (NF) R1 - R8 = Comparador de relógio de tempo real (NA) r1 - r8 = Comparador de relógio de tempo real (NF)  M1 - MF = Marcador auxiliar (NA) m1 - mF = Marcador auxiliar (NF) Q1 - Q8 = Saída digital (NA) q1 - q8 = Saída digital (NF)

Programação do CLP em Ladder - Clic Edit

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Ao habilitarmos a entrada, a saída será ativada e ao desabilitarmos a mesma entrada, a saída desativada. Depois de escrever o programa, basta clicar na tecla RUN na barra de ferramentas do menu principal. Ao clicar na tecla I1 da caixa de diálogo do lado esquerdo você estará habilitando a entrada e, simultaneamente, ativando a carga. Quando você clicar na tecla I1 da caixa de diálogo você estará desabilitando a entrada e, simultaneamente, desativando a carga. Você poderá ter uma melhor visão rodando o simulador através da sequência de comandos Edição - Teclas de Função (Teclado). Quando você clicar na chave correspondente a entrada I1, ela será habilitada e a saída Q1 será ativivada e quando você clicar novamente na chave I1, a entrada será desabilitada e a saída Q1 será desabilitada.

Interfaces de Entrada e Saída - CLP

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Controlador Lógico Programável

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O controlador programável é um dispositivo de estado sólido usado para controlar máquinas ou processos por meio de um programa armazenado e realimentado por dispositivos de entrada e saída. A NEMA - National Electrial Manufactures Association definiu, em 1978, um padrão para controladores programáveis como sendo um aparelho eletrônico digital que usa uma memória programável para armazenamento interno de instruções para implementar funções específicas tais como lógica, sequenciamento, temporização, contagem e operações aritméticas, para controlar máquinas ou processos através de módulos de entradas/saídas analógicas ou digitais. A figura ilustra o diagrama em blocos do controlador. Um controlador programável, independente do tamanho, custo ou complexidade, consiste de cinco elementos básicos: 1 - Processador 2 - Memória 3 - Sistema de Entradas/Saídas 4 - Fonte de Alimentação 5 - Terminal de Programação As tres partes principais (processador, memória e fonte ...

Automação Industrial - III

Termostato - Temperatura Sensor - tiras metálicas Exs.: refrigeradores, ferros elétricos, ar condicionado, relés térmicos, etc. Chave de Nível - Capacitância A sonda do instrumento e a parede do tanque (ou ainda uma haste de referência caso o tanque (não seja metálico) atuam como as placas de um capacitor. No momento em que o produto entra em contato com a sonda ocorre uma variação da capacitância - devido à diferença de constantes dielétricas - que é captada pelo circuito eletrônico, provocando a atuação do relé. ENTRADAS MULTI - BITS - São intermediárias entre as entradas discretas e as analógicas. Controles mais precisos - motor de passo ou servomotores.  Encoders - (geradores de impulso) - medição de velocidade e posicionamento. São equipamentos eletromecânicos, utilizados para conversão de movimentos rotativos ou deslocamentos lineares em impulsos elétricos de onda quadrada, que geram uma quantidade exata de impulsos por volta em uma distri...

Automação Industrial II

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CONTROLES ANALÓGICO E DISCRETO A comunicação entre os diferentes sistemas é feita através de variáveis físicas. Variável Analógica - variam continuamente com o tempo. Ex.: sensores de pressão, temperatura. Variável Digital - variam discretamente com o tempo.    As entradas analógicas advindas de sensores ligados diretamente as saídas do processo. SET-POINT - Referência que consiste no valor estável desejado para o controle. Neste tipo de controle, onde as saídas são medidas para cálculo da estratégia de controle dizemos que há uma "realimentação". Esse sistema é conhecido como sistema em "malha fechada". Se não há a medição das saídas dizemos que o sistema tem "malha aberta". DIFERENTES TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS O nosso controlador é o Controlador Lógico Programável. Ele é definido - Programa do Usuário                          Comportamento das entradas e ...

Circuitos com A.O. - 741

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Alarme de luz Alarme descida temperatura Alarme falta de luz

Automação Industrial I

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DEFINIÇÃO: Automação industrial pode ser definida como a tecnologia que se ocupa da utilização de sistemas mecânicos, eletroeletrônicos e computacionais na operação e controle da pr odução. Inclui a ideia de usar potência elétrica ou mecânica para acionar algum tipo de máquina, adicionando à máquina algum tipo de inteligência para ela executar a tarefa de modo eficiente, seguro e econômico, sem ou com a mínima interferência do homem. CLASSIFICAÇÃO DA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL: - Automação Fixa - Automação Programável - Automação Flexível AUTOMAÇÃO FIXA: A automação fixa está baseada numa linha de produção especialmente projetada para a fabricação de um produto específico e determinado. É utilizado quando o volume de produção deve ser deve ser muio elevado, e o equipamento é projetado adequadamente para produzir altas quantidades de um único produto ou numa única peça em forma rápida e eficiente, isto é para ter uma alta taxa de produção. Um exemplo de automação fixa é encontrada ...