Grandes Cientistas

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Símbolos e Convenções

Na elaboração de projetos de instalações elétricas, empregam-se símbolos gráficos para a representação dos "pontos" e demais elementos que constituem os circuitos elétricos. São apresentados a seguir os símbolos mais usuais, com a representação consagrada pela maioria dos projetistas de instalações elétricas prediais. O leitor encontrará na ABNT normas relacionadas com a sombologia em instalações elétricas, entre as quais:

NBR 5446 - Símbolos gráficos de relacionamento usados na confecção de esquemas.
NBR 5444 - Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais 
NBR 5453 - Sinais e símbolos literais para eletricidade.


ESQUEMAS FUNDAMENTAIS DE LIGAÇÕES

  
1 - Ponto de luz e interruptor simples, isto é, de uma seção. 



2 - Ponto de luz, interruptor de uma seção e tomada. À tomada vão os fios F e N, mas ao interruptor, apenas o fio F.

Ponto de luz, interruptor de uma seção e tomada de 300 VA a 30 cm do piso 

3 - Ponto de luz no teto, arandelas e interruptor de duas seções. Às vezes é usado em banheiros, ficando a arandela sobre o espelho, acima do lavatório.


4 - Dois pontos de luz comandados por um interruptor simples. Usa-se quando, por exemplo, a sala tem comprimento grande.



5 - Dois pontos de luz comandados por um interruptor de duas seções. É solução preferível â do item 4.



6 - Dois pontos de luz  comandados por um interruptor de duas seções e tomada de 300 VA. É caso comum, pois aproveita-se a descida do condutor até o interruptor para prolongá-lo à tomada.



7 - Ligação de uma lâmpada com interruptor de uma seção com alimentação pelo interruptor. Essa alimentação pode vir por eletroduto na parede ou passando pelo piso.


8 - Ligação de duas lâmpadas e interruptor de duas seções (alimentação pelo interruptor).



9 - Ligação de duas lâmpadas por dois interruptores de uma seção, em pontos distintos, com alimentação por um interruptor.



10 - Ligação de uma lâmpada com interruptores three-way. Dois interruptores three-way (ou paralelos) permitem que tanto outro possa acender ou apagar um ou mais pontos de luz. É usado em lances de escada, em corredores e salas com acesso por duas portas.



11 - Ligação de uma lâmpada com interruptores three-way cujas caixas estão interligadas.



12 - Ligação de uma lâmpada com interruptores three-way (alimentação pela caixa de interruptor).




13 - Ligação de uma lâmpada  com dois three-way e um four-way. Os interruptores three-way permitem que se possa comandar uma lâmpada por pontos diferentes. Necessitam que no circuito haja dois three-way. O interruptor tem dois fios de entrada e dois de saída. Ao se acionar o four-way, podemos colocá-lo na posição A ou na posição B, de modo que, qualquer que seja a posição do outro (ou dos outros four-way), passe sempre corrente quando se desejar, para acender a lâmpada, ou deixe de passar corrente quando se pretender apagar a lâmpada.


   
14 - Ligação de uma lâmpada com dois three-way e um four-way estando as caixas dos three-way interligadas por eletroduto.



terça-feira, 10 de outubro de 2017

Divisão de Circuitos Elétricos na Instalação

Nenhum cliente deseja ter que desligar toda a instalação elétrica apenas para trocar uma tomada ou uma lâmpada. Ou ainda não poder assistir sua televisão nova, porque o disjuntor desliga o circuito elétrico toda vez que ela é ligada.

Em instalações elétricas, situações como as descritas acima estão diretamente relacionadas com a má divisão dos circuitos elétricos, além da inadequada atribuição das potências das cargas de iluminação e tomadas.

Como se sabe, um circuito elétrico é formado pelo conjunto de componentes da instalação (disjuntores, fusíveis, fios e cabos elétricos, etc.) alimentados a partir de uma única origem e protegidos pelo mesmo dispositivo de proteção. Quando o circuito elétrico alimenta diretamente os equipamentos de utilização específicos como chuveiro elétrico, ar condicionado, lâmpadas ou tomadas de corrente de uso geral é chamado de circuito terminal.

De acordo com a norma ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão, os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Trocando em miúdos, não se deve misturar no mesmo circuito um chuveiro elétrico e lâmpadas, pois eles têm funções diferentes. Mas podem ser ligados em um único circuito dois aparelhos de ar condicionado, isso porque neste caso esses equipamentos exercem uma função idêntica.


Determine as potências de iluminação e tomadas

Como determinar corretamente as potências de alimentação de iluminação e tomadas?

Conforme veremos a seguir, a seção 9.5.2 da ABNT NBR 5410 trata de aspectos relacionados à previsão de carga de iluminação e de tomadas.

A norma estabelece que, em cômodos com área igual ou inferior a 6 m², deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA; e, em cômodos com área superior a 6 m², deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4 m² inteiros.

Por exemplo, numa sala de 4 m x 5 m, ou seja, com área de 20 m² (20 = 6 + 4 + 4 + 4 + 2), a potência de iluminação mínima a ser atribuída a este cômodo será de 100 + 60 + 60 + 60 = 280 VA.


Pontos de tomada

Um ponto de tomada é um ponto de utilização de energia elétrica em que a conexão dos equipamentos a serem alimentados é feita através de tomada de corrente. Um ponto de tomada pode conter uma ou mais tomadas de corrente.

A norma define o número mínimo de pontos de tomadas que devem ser previstos num local de habitação, a saber:

• em banheiros, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada próximo ao lavatório.


• em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, deve ser previsto no mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro. Em cozinhas, copas e copas-cozinhas, devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente acima da bancada da pia, no mesmo ponto de tomada ou em pontos distintos.

• em varandas, deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, admitindo-se que este ponto de tomada não seja instalado na própria varanda, mas próximo ao seu acesso, quando a varanda, por razões construtivas, não comportar o ponto de tomada, quando sua área for inferior a 2 m² ou, ainda, quando sua profundidade for inferior a 80 cm.

• em salas e dormitórios, deve ser previsto um ponto de tomada para cada 5 m ou fração de perímetro.

• para os demais cômodos não tratados especificamente nos itens anteriores, a norma estabelece que seja previsto, pelo menos, um ponto de tomada, se a área do cômodo ou dependência for igual ou inferior a 6 m². Quando a área do cômodo ou dependência for superior a 6 m², vale a regra de um ponto de tomada para cada 5 m, ou fração, de perímetro.

Uma vez determinada a quantidade de pontos de tomada, é preciso atribuir as potências para estes pontos.


Definindo potências

De um modo geral, a potência a ser atribuída a cada ponto de tomada é função dos equipamentos que ele poderá vir a alimentar. Caso não sejam conhecidas as potências dos equipamentos, a norma então estabelece os seguintes valores mínimos:

• em banheiros, cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos, deve-se atribuir no mínimo 600 VA por ponto de tomada, até 3 pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, considerando-se cada um desses ambientes separadamente. Quando o total de tomadas, no conjunto desses ambientes, for superior a 6 pontos, admite-se que o critério de atribuição de potências seja de, no mínimo, 600 VA por ponto de tomada, até 2 pontos, e 100 VA por ponto para os excedentes, sempre considerando cada um dos ambientes separadamente.

Vejamos dois casos para ilustrar esta regra:

• numa cozinha há a previsão de 5 pontos de tomadas; a potência mínima a ser considerada é de 600 + 600 + 600 + 100 + 100 = 2.000 VA.

• numa cozinha há a previsão de 7 pontos de tomadas. a potência mínima a ser considerada é de 600 + 600 + 100 + 100 + 100 + 100 + 100 = 1.700 VA.

• nos demais cômodos ou dependências, no mínimo 100 VA por ponto de tomada.


Separando pontos de iluminação e tomadas

Em todos os tipos de edificações, sejam elas residenciais, comerciais ou industriais, a norma NBR 5410 prescreve (em 4.2.5) que devem ser previstos circuitos terminais separados para pontos de iluminação e para pontos de tomada. 

Já no caso específico de locais de habitação (9.5.3.2), existe uma obrigação adicional: os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais semelhantes devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas presentes no ambiente. Segundo a regra, não se deve misturar circuitos de pontos de tomadas às áreas de outros cômodos, tais como salas, dormitórios e banheiros. 

No entanto, há uma exceção à regra que define que circuitos de iluminação e tomadas devem estar separados em locais de habitação, onde se admite que pontos de tomada (exceto aqueles situados em cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, etc.) e pontos de iluminação podem ser alimentados pelo mesmo circuito, desde que:

• A corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação e tomadas) não seja superior a 16 A.

• Os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso ele seja comum (iluminação e tomadas). 

• Os pontos de tomadas não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse seja comum (iluminação mais tomadas).


Outras exigências da norma sobre divisão de circuitos são:

• Todo ponto de utilização previsto para alimentar equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente. Isto se aplica, por exemplo, a chuveiros elétricos, aparelhos de ar condicionado, ferro de passar roupa, etc. Ou seja, todos equipamentos com potência superior a 1.270 VA em 127 V e 2.200 VA em 220 V.

• Os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais semelhantes devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais. Sendo assim, não é permitido misturar em um único circuito as tomadas da cozinha com as do quarto ou com pontos de iluminação. Mas é permitido, por exemplo, colocar em circuito único as tomadas da cozinha com as da lavanderia.

É importante ressaltar que, embora não seja uma exigência da norma, uma boa sugestão prática é que nos circuitos de iluminação e tomadas em geral, limite-se a corrente do circuito terminal a 10 A, o que facilita a operação e manutenção da instalação.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Disjuntores

O fabricante Schneider Electric possui a linha Easy9 de disjuntores e outros componentes, o catalogo de produtos da linha Easy9 é completo e rico em informações, na tabela abaixo para disjuntores é possível ver as faixas que esta linha disponibiliza para disjuntores monopolares, bipolares e tripolares.



Principais Tabelas e Dados

Seção Mínima dos Condutores


Queda de Tensão

Conforme a norma NBR 5410:2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão, item 6.2.7.2, em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos terminais pode ser superior a 4%. No entanto, quedas de tensão maiores são permitidas para equipamentos com corrente de partida elevada, durante o período de partida, desde que dentro dos limites permitidos em suas normas respectivas.

Abaixo está a tabela de queda de tensão para produtos isolados em PVC 70ºC e temperatura ambiente de 30ºC, instalados conforme método de referência B1.

Cálculo

Queda de Tensão (V) = Queda de tensão tabelada (V/A.Km) x corrente do circuito (A) x comprimento (Km).

Queda de Tensão (%) = Queda de Tensão (V) / Tensão do Circuito (V) x 100


Tabela de corrente em plena carga de motores CA - 60 hz


Tabela de Método de Instalação






As Curvas dos Disjuntores

O QUE SÃO OS DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS:

São chaves automáticas que se desarmam ou se desligam quando atravessados por uma corrente elétrica que ultrapassa os valores de segurança previstos ou em caso de um curto-circuito.

Ao desarmarem-se, os disjuntores impedem a passagem da corrente elétrica. Deve-se então providenciar uma verificação minuciosa para descobrir a causa do problema e efetuar o devido conserto ou manutenção.

Se o circuito voltar ao normal, a chave pode ser novamente armada, sem necessidade de substituição do disjuntor. Essa é uma das grandes vantagens que esses dispositivos apresentam em relação aos fusíveis.

A norma que regulamenta as curvas características dos disjuntores é a norma ABNT NBR NM 60898, os disjuntores para proteção de sobrecorrentes, os utilizados em instalações domésticas por exemplo, possuem basicamente três tipos de curvas.

A curva do Tipo B

A curva do Tipo C

A Curva do Tipo D.

Essas curvas definem, basicamente, o tipo de carga elétrica que o disjuntor irá proteger e o tempo de atuação do disjuntor.

Analisando de outra forma, as cargas elétricas resistivas têm comportamentos diferente das cargas indutivas, e uma das principais características que as diferem é a corrente Instantânea (que surge no momento do acionamento destas cargas).

Esta corrente instantânea é que vai definir qual é a curva do disjuntor.

Lembrando que estas características de curvas instantâneas significa um aumento abrupto da corrente no momento em que o circuito é energizado.



Curva de disjuntores

A curva de disjuntores é uma característica importante, que determina o tipo de atuação, tempo de acionamento e disparo da proteção de um disjuntor, entre outras coisas. Tanto o disjuntor quanto o mini disjuntor, residencial ou industrial tem uma tabela que lista cada curva característica.

Curva do tipo B

No disjuntor de curva B, a corrente instantânea suportada será de 3 a 5 vezes a corrente nominal, logo, se tivermos um disjuntor de 10A, ele irá suportar uma corrente instantânea de no máximo 50A.

Este disjuntor é utilizado para realizar a proteção de cargas resistivas como os chuveiros elétricos, aquecedores, proteção de tomadas de Uso Geral as TUGs e assim por diante.

Uma corrente igual a 3 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.

Uma corrente igual a 5 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.

Curva do Tipo C

A curva Tipo C será mais robusto em relação a capacidade de suportar esta corrente instantânea, ele irá suportar de 5 a 10 vezes a corrente nominal da carga.

Utilizando o exemplo anterior, um disjuntor de 10A suportará uma corrente instantânea de até 100A.

Estes disjuntores serão utilizados em proteção de cargas indutivas que exijam correntes de partidas “medianas” é o caso de motores, outro exemplo prático é o ar condicionado, motor de bomba de piscina, reatores de lâmpadas fluorescentes bombas de poço artesiano e cargas indutivas similares.

Uma corrente igual a 5 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.

Uma corrente igual a 10 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.

Curva do Tipo D

A curva Tipo D terá por sua vez uma maior capacidade de suportar estas correntes instantâneas, que neste caso poderá ser entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, utilizando novamente nosso exemplo teremos que um disjuntor de 10A suportará então até 200A de corrente instantânea.

Estes disjuntores serão utilizados por sua vez na proteção de grandes cargas indutivas onde como motores de grande porte e transformadores mais robusto, um exemplo são as máquinas de solda.

Uma corrente igual a 10 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Assim sendo, o tempo de abertura deve ser maior ou igual a 0,1s.

Uma corrente igual a 50 IN é passada através de todos os pólos a partir do estado frio. Neste caso, o disjuntor deve atuar em um tempo menor que 0,1s.

OBS: No âmbito MERCOSUL a curva “Tipo D” é de 10 a 20 IN .

Conclusão

Agora com posse dessas informações esperamos que você consiga definir o melhor tipo de disjuntor a ser usado em cada caso.

Só como informação adicional: Acredito que assim como eu, você também deve ter se perguntado porque não temos o “Tipo de curva A”, porque começa do B? Então, não existe a curva do tipo A, para que não haja confusão com a representação da grandeza elétrica principal dos disjuntores que é a Corrente Elétrica (A), ou seja, colocar uma curva do tipo A poderia causar algum tipo de confusão na identificação das características do disjuntor

Saber como e quando utilizar dispositivos de proteção como o disjuntor é bastante importante, assim como sempre se atentar para que os conhecimentos sejam aplicados da forma mais segura possível, evitando assim, possíveis acidentes elétricos.

Qual Disjuntor Correto Para o Chuveiro



Primeiramente se adquiriu um chuveiro elétrico novo, siga sempre as instruções e orientações de instalações do fabricantes, os disjuntores corretos estão sempre indicados na embalagem do produto, porem alguns casos geram duvidas ao consumidor ou eletricista, as vezes perdemos a embalagem ou então temos um outro chuveiro elétrico cedido por alguém e sem a embalagem e especificações, então começa a ficar difícil.

Vamos deixar abaixo uma tabela padrão da maiorias das marcas e modelos de cuveiros produzidos no Brasil, ademais vamos deixar algumas dicas que geralmente não constam na embalagem do produto e devem ser observadas para o melhor funcionamento, economia e durabilidade do produto.



Tabela padrão de fabricantes nacionais


Dicas de Uso e Instalação dos Cuveiros Elétricos

Porque usar o redutor de pressão: o equilíbrio de pressão e fluxo de água é um fator muito importante e determinante para a durabilidade e eficiência energética dos chuveiros, muitos imóveis possuem uma pressão elevada, principalmente os andares mais baixo dos prédios e podem danificar as conexões e encaixes do chuveiro que são acionados justamente pela pressão obtida, quando a pressão estiver desregulada também pode causar um superaquecimento do chuveiro ou simplesmente não aquecer a temperatura ideal.

Não utilize tomadas: as conexões de ligação do cuveiro tende a aquecer e as tomadas geralmente não estão preparadas para isso, o ideal é utilizar um conector de porcelana.


Instalação chuveiro com conector de porcelana 


Utilize resistências originais: a durabilidade e confiança de resistências similares e paralelos podem comprometer todo o sistema inclusive danificar totalmente o chuveiro, utiliza somente originais e quando a troca das resistência começar a ser cada vez mais frequente, pense em trocar o chuveiro.

Pense na queda natural de tensão: todo sistema elétrico possui uma perda natural de tensão nos condutores (efeito joule), a dica para um disjuntor que está a mais de 30 metros de distância do chuveiro é substituir o cabo por uma bitola maior que a especificada pelo fabricante.

Fique atento ao tipo de disjuntor: existem diversos modelos e tipos de disjuntores no mercado, porem o especifico para o chuveiro é o disjuntor curva C que é utilizado para cargas resistivas como forno elétrico, ferro de passar, aquecedores, etc. Caso seu disjuntor for antigo tipo nema faça um upgrade para os IDRs que são mais eficientes e detectam fuga para massa, ou seja se alguém encostar no conjunto elétrico do chuveiro, logo este disjuntor IDR irá atuar, diferente dos modelos antigos.


Fonte: http://fastseg.blogspot.com.br/

sexta-feira, 6 de outubro de 2017