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Mostrando postagens de novembro, 2011

O que a escola não ensina - Bill Gates

O reitor de uma Universidade do Sul da Califórnia enviou um e-mail para a Microsoft convidando Bill Gates a fazer um discurso no dia de formatura, incentivando os formandos no início de suas carreiras e, para sua surpresa, Bill Gates aceitou. Esperava-se que ele fizesse um discurso longo, de mais de uma hora, afinal ele é o dono da Microsoft e possuiu a maior fortuna pessoal do mundo! Mas Bill foi extremamente lacônico, falou apenas durante 5 minutos, subiu em seu helicóptero e foi embora. A seguir, as 11 regras que ele compartilhou com os formandos naquela ocasião: “- Vocês estão se formando e deixando os bancos escolares, para enfrentarem a vida lá fora. Não a vida que você querem, não a vida que vocês sonharam ter, a vida como ela é. Você estão saindo de um mundo educacional que está pervertendo o conceito da educação, adotando um esquema que visa proporcionar uma vida fácil para a nova geração. Essa política educacional leva as pessoas a falharem em suas vidas...

Matemática

Essa história tem me acontecido toda semana: eu me apresento como editor de uma revista sobre matemática, e meu interlocutor quase me pede desculpas. "Eu sempre fui péssimo de matemática" é uma resposta comum, e no tom de voz e na risada nervosa há elementos de me perdoe minha burrice. Faço umas perguntas. Tem filhos? Trabalha? Cuida do jardim? Com as respostas, monto uma resposta assim: "Se você foi capaz de levar três filhos à faculdade, não há nada errado com seu cérebro: você é inteligente o bastante para ir longe na matemática." Meu interlocutor se empertiga na cadeira e me fuzila com os olhos. Ele acha que antecipou minha linha de raciocínio: "Você é péssimo de matemática porque é preguiçoso." Então faço mais perguntas. Quantas vezes os professores da sua escola entraram em greve? Quantas vezes o ano letivo acabou, mas o livro didático não? Quantos professores de matemática você já teve? Seus pais são bons de matemática? As respostas são "muit...

Georg Simon Ohm

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Georg Simon Ohm nasceu em Erlangen, Baviera, Alemanha, em 16 de março de 1787. Formado em física pela Universidade de Erlangen (1813) tornou-se professor secundário em Bamberg, ensinou física e matemática em Colônia (1817) e na Escola de Guerra de Berlim (1826). Logo se revelou um hábil pesquisador desenvolvendo experiências com instrumentos que ele mesmo fabricava. Depois de estudar na Universidade de Erlangen, passou a ensinar matemática no Colégio Jesuíta de Colônia. Porém Ohm desejava lecionar em uma universidade. Para tanto, foi exigido, como prova de admissão, que ele realizasse algum trabalho de pesquisa inédito. Optou por fazer experiências com a eletricidade, e para isso construiu seu próprio equipamento, incluindo os fios, conseguindo, assim o cargo desejado. Como professor de universidade, Ohm começou sua pesquisas utilizando a pilha eletroquímica e a bateria, recém inventados pelo italiano Alessandro Volta. Usando equipamentos de sua própria criação e experimentando d...

FAQ sobre Fasores

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Clovis Goldemberg  (com a colaboração da Prof. Denise Consonni) V0.8-Março/2007 Porque usar fasores? A notação fasorial simplifica a resolução de problemas envolvendo funções senoidais no  tempo. O que é um fasor? Um fasor é um número complexo que representa a magnitude e a fase de uma senóide. Quem inventou fasores? O uso de números complexos para resolver  problemas em circuitos de corrente alternada foi  apresentado pela primeira vez por Charles Proteus  Steinmetz em um artigo de 1893. Ele nasceu em  Breslau, na Alemanha, filho de um ferroviário.  Tornou-se um gênio da ciência apesar de ser um  deficiente físico de nascença e ter perdido a mãe com  apenas 1 ano de idade. Assim com seu trabalho sobre  as leis da histerese atraíram a atenção da comunidade  científica, suas atividades políticas na Universidade  de Breslau atraíram a polícia política. Foi forçado a  fugir da Alemanha sem conseguir concl...

Curiosidades dos antigos descobridores

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O poeta romano Marcial achava que os pombos entorpeciam a libido  Keren Valverde Da Efe Os anais da ciência estão repletos de teorias que mudaram a humanidade. Mas, apesar de na lembrança permanecerem as conquistas, mentes iluminadas como Isaac Newton, Arquimedes e Aristóteles também tiveram ideias estapafúrdias e fracassos espinhosos, que pouco são comentados nas salas de aula. Arquimedes andou nu pelas ruas de Siracusa gritando "Eureca!". Plínio, o Velho, dedicou sua vida à ciência até que esta acabou com ele. Isaac Newton foi pego em flagrante observando atentamente um ovo enquanto cozinhava no fogo seu relógio. Os cientistas e seus "loucos experimentos" inspiraram o escritor americano Ian Crofton, a publicar recentemente o livro "History Without Boring Bits: A Curious Chronology of the World" ("A História sem Suas Partes Chatas: Uma Cronologia Curiosa do Mundo", em tradução livre), com o objetivo de "pass...

O Cérebro Humano

O cérebro humano é um dos organismos mais complexos do universo e apesar dos esforços dos cientistas, a massa cinzenta que habita nossas cabeças ainda guarda muitos mistérios. Nos parágrafos a seguir, especialistas ouvidos pela BBC tentam, porém, romper com alguns mitos e inverdades a respeito do cérebro humano e do seu funcionamento. Usamos apenas 10% de nosso cérebro Foi na década de 1970, quando estava na escola, que ouvi dizer, pela primeira vez, que nós usamos apenas 10% dos nossos cérebros.'Que incrível', pensei. 'Talvez haja uma maneira de conseguir acessar aqueles 90% de capacidade cerebral não utilizada. E o que não poderia ser feito com toda a minha massa cinzenta em ação?' A ideia é absurda. Hoje, avanços em técnicas de mapeamento da atividade cerebral podem provar isso. Exames funcionais de imagem demonstraram que há poucas partes do cérebro que não podem ser ativadas por algo', disse a professora Sophie Scott, do Institute of Cognit...

Eletronuclear vai investir R$ 350 milhões na segurança de Angra 1 e Angra 2

RIO - A Eletronuclear pretende aumentar os sistemas de segurança das usinas nucleares de Angra 1 e Angra 2 com a instalação, entre outros, de equipamentos móveis flutuantes de motores diesel e de bombas hidráulicas. Os dois sistemas fazem parte do Plano de Resposta a Fukushima, elaborado pela equipe técnica da empresa, e que será avaliado pela sua diretoria em reunião nesta quarta-feira. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo assessor da Diretoria Técnica da Eletronuclear Paulo César Carneiro, ao destacar que o Plano prevê a adoção de 152 medidas adicionais de segurança das usinas instaladas em Angra dos Reis, no Estado do Rio, e que resultaram da avaliação do acidente ocorrido em março último em três usinas de Fukushima, no Japão, atingida por um terremoto seguido de uma tsunami. - A ideia é ter equipamentos fora das usinas e que possam ser levados até elas para suprir a eventualidade de uma falha total dos grupos diesel, e, se necessário, bombear água de outras fontes. Por i...

O Primeiro Mandamento: Resolva Exercícios

José de Oliveira Siqueira criou 12 cursos de pós-graduação, e hoje dirige o departamento de estatística do Instituto de Psicologia da USP.  Um professor lhe ensinou o segredo: resolva exercícios até cair de cansaço. José fez dois cursos de pós-doutorado no Instituto Courant de Ciências Matemáticas, em Nova York, talvez o instituto de matemática aplicada mais famoso do mundo. Mas antes disso, em 1981, estudou processamento de dados na Escola Técnica Federal de São Paulo (hoje Instituto Federal São Paulo), e atribui suas conquistas até agora, inclusive os dois cursos no Instituto Courant, ao professor de matemática da escola técnica: Flávio Evaristo Ribeiro. Todos os alunos da escola técnica passam a vida contando a amigos e conhecidos como era a aula inaugural do professor Flávio. Era mais ou menos assim: "Me nome é Flávio Evaristo Ribeiro, e serei seu professor de matemática. Vamos ter aulas na sexta-feira e na segunda-feira. Nós temos de cobrir dois anos de curso n...

O Mercado de Trabalho Hoje

O mercado hoje está muito competitivo, só sobrevivem aqueles que tem capacidade técnica e intelectual. Uma área que está muito requisitada é a área de manutenção de equipamentos médicos hospitalares, infelizmente não conheço nenhuma escola no Rio de Janeiro que prepare os alunos para essa função, é uma lacuna ainda não preenchida. Trabalhei alguns anos nessa especialidade, e pude constatar a dificuldade das empresas em encontrar mão de obra especializada.  Quanto à área industrial, hoje não cabe mais ao profissional conhecer apenas eletrônica ou eletricidade ou mecânica, pois as tres se fundem num mesmo objetivo de manutenção ou projetos. Como trabalhei durante muitos anos em área industrial (aproximadamente vinte anos), mais precisamente como Chefe do Setor de Instrumentação da Thyssen Fundições, tenho bagagem suficiente para afirmar que as tres áreas (eletricidade, eletrônica e mecânica) se tornam uma só no que se refere ao desempenho de uma máquina em chão de fábrica. ...

Desafio sobre o Atlântico

Tópicos para reflexão... - A forma pela qual estes homens decidiram enfrentar este desafio tem um significado especial para aqueles que pretendem atingir objetivos elevados. - À proporção que íamos subindo, mais certeza eu tinha de que íamos chegar ao final. Eu não tinha nenhuma dúvida. Só confiança. - Quando partimos dos Estados Unidos, eu disse à minha esposa: "Até breve, na França". - Nos negócios e nesta travessia do Atlântico em um balão, tenho aprendido que vencer desafios exige confiança e uma atitude positiva, acompanhados de ação positiva. - Quando me deparo com desafios que me parecem razoáveis e decido enfrentá-los, pouco me importa que eles sejam difíceis; nunca volto atrás, sempre olho para frente. - Existia uma enorme margem de risco calculada no que estávamos fazendo e isto só tornava tudo mais fascinante e desafiador. - Já havíamos tentado esta travessia antes e falhado, mas isto não constituia motivo para não tentar novamente, até ser bem suce...

Uma pechincha de energia

Todo mundo tem pai, mãe, avô, avó, marido ou mulher que reclama da conta de energia elétrica, mas um engenheiro afirma: ela é mais baixa do que deveria ser Três casais se reúnem num restaurante para jogar conversa fora, e chega o momento de dividir a conta. Pois  uma conta de energia elétrica é como a conta dos amigos no restaurante: dois casais beberam Coca Zero, mas  um deles bebeu uísque importado. Qual é o jeito mais justo de dividir a conta?  No caso da energia elétrica, diz Fábio sismoto El Hage, engenheiro especializado em energia, os brasileiros  têm dividido a conta assim: quem bebe uísque paga menos e quem bebe Coca Zero paga mais. "Acho que a con ta poderia ser dividida de maneira mais justa", diz Fábio. Existe um órgão regulador do setor de energia  elétrica no Brasil, a Aneel. Nem os técnicos da Aneel percebem a injustiça da divisão? Até hoje, diz Fábio,  nem eles puderam discernir os motivos da injustiça, pois os métodos de formação de pre...